Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções Caminhando e cantado e seguindo a canção
Vem vamos embora que esperar não é saber Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Pelos campos a fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição: De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem vamos embora que esperar não é saber Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem vamos embora que esperar não é saber Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Ouço essa música de outrora e relembro os ideias da juventude da época,penso nos seus ideais e nas suas ideias,pelo que eles lutavam e como eles lutavam.Olho a juventude de hoje e envergonho-me,não há mais ideais...nem ideias...estão todos mortos,jogados,marginalizados,ou então viraram fanáticos de modas idiotas e bizarras das quais jamais irei entender o porque tde terem sido tão positivamente aceitas dentre nós.Sinto grande repugnância de tais jovens que defendem com a vida pessoas que não os conhecem e não estão nem aí pra eles,querem apenas seu dinheiro e sua bajulação grátis.
Procuro por jovens com ideias diferentes e com ideias loucas como a de antigamente,acho que se tudo correr bem,ainda há salvação...
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